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		<title>MULHERES &amp; RPG</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 11:42:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rafaelrocha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[


“Muito além de elfas gostosas ou guerreiras machonas”
por Luciana Santos 
fonte: http://br.geocities.com/ordemincaos/mulher.htm
 
 




………Olá, caros leitores! Gostaria de escrever este texto de maneira informal, porém sem deixar de relevar o que é de sua devida importância.
……….Sabemos que o assunto à cerca de mulheres presentes na mesa de RPG ainda é algo polêmico. Mas ver mulheres em uma mesa [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=euludico.wordpress.com&blog=4135385&post=38&subd=euludico&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><table border="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="78%" height="66"><strong><em><span style="font-size:medium;font-family:&quot;"><span style="color:#0c0c0c;font-family:&quot;">“Muito além de elfas gostosas ou guerreiras machonas”</span><span style="font-size:medium;font-family:&quot;"><br />
<em><span style="font-size:small;color:#0c0c0c;font-family:&quot;">por Luciana Santos</span></em></span> </p>
<p><em><span style="font-size:small;color:#0c0c0c;font-family:&quot;">fonte: <a href="http://br.geocities.com/ordemincaos/mulher.htm"><span style="color:#ff7700;font-family:&quot;">http://br.geocities.com/ordemincaos/mulher.htm</span></a></span></em></p>
<p><strong><em><font size="4"> </p>
<p></font></em></strong></span> </p>
<p></em></strong></td>
</tr>
<tr>
<td height="838">
<p align="justify"><span style="color:#0c0c0c;font-family:&quot;">………Olá, caros leitores! Gostaria de escrever este texto de maneira informal, porém sem deixar de relevar o que é de sua devida importância.<br />
……….Sabemos que o assunto à cerca de mulheres presentes na mesa de RPG ainda é algo polêmico. Mas ver mulheres em uma mesa de jogo atualmente tornou-se bem mais comum ou, no mínimo, mais tolerável na visão de alguns jogadores mais antigos, do que era há alguns anos atrás.<br />
……….Não quero que pensem que este artigo é uma dissertativa feminista. Pretendo relatar aqui, fatos e casos verídicos e até minha própria experiência neste mundo tão envolvente do RPG, no intuito de mostrar aos demais RPGistas que as mulheres também apreciam fantasiar, criar, escrever, batalhar e participar de uma boa rolagem de dados, seja para combater um vilão que está destruindo um vilarejo capturando as almas dos mortos para reviver uma espécie de demônio ou para saber se a ladina do grupo conseguirá blefar em cima de um mercenário convencendo-o que uma peça de cobre é na verdade uma peça de ouro.<br />
……….Como jogadora, posso dizer que o que mais me encanta neste universo é a variedade. As inúmeras opções e situações que podemos explorar a cerca do nosso próprio personagem ou do mundo criado pelo Mestre. Mulheres também gostam de criar e acima de tudo, enriquecer, relatar.<br />
……….Sempre achei que um dos pontos mais positivos e estimulantes no RPG é a construção do background de um personagem. Esta é uma oportunidade única de tornar o herói, ou antagonista, como preferir, algo mais humano, mais palpável. Dar vida a algo que existe apenas em sua imaginação.<br />
……….Fazem mais de sete anos que comecei a jogar RPG e me lembro como se fosse hoje da minha primeira personagem, a Morgana. Ela era uma vampira de mente conturbada que teve seus pais assassinados e oscilava entre o lado bom que ainda permanecia dentro de si e o caos de uma vida obscura ao qual fora submetida.<br />
Sem modéstia, ainda hoje vejo em Morgana uma personagem rica, com dilemas bem próximos aos nossos: crise existencial, oscilações de humor, descoberta sobre a própria personalidade, rejeição, solidão, problemas em se relacionar e em ter laços de confiança…Todos devidamente interpretados na mesa de jogo, porém, com a devida moderação de quem sabe que o RPG é um jogo social onde cada um tem direito de interagir com os outros.<br />
……….Minha empolgação era tanta que passava horas acordada de madrugada criando sua história e desenvolvendo sua personalidade. Acredito que cada personagem criado é parte de seu próprio criador, algo que ele é, ou que gostaria ou poderia ser.<br />
……….Com o passar do tempo, adquirindo conhecimento enquanto observava os mestres que eu tive, resolvi arriscar e aceitar um desafio: o de ministrar uma mesa de RPG. Hoje em dia, sou mestre de um grupo onde a maioria são mulheres. Algumas começaram a jogar comigo e outras já tinham experiência como jogadoras. Devo dizer que nenhuma delas “faz feio”.<br />
……….É possível perceber uma diferença um tanto quanto sutil na forma de incorporar um personagem ou de lidar com os desafios propostos pelo mestre, mas em um contexto mais amplo todas nós mulheres agimos exatamente como os homens numa mesa de jogo. No nosso grupo, por exemplo, existem as estrategistas, as teatrais e existe até mesmo a “<em>hack´n slasher</em>”, com o seu guerreiro tão bárbaro quanto o Conan.<br />
……….Isso nos revela, por fim, que a idéia de que homens e mulheres não têm entrosamento numa mesa de jogo não poderia estar mais errada. E que hoje, mais do que nunca, podemos dizer que quando se trata de RPG, antes de sermos homens ou</span><span style="color:#ffffff;font-family:&quot;"> </span><span style="color:#060606;font-family:&quot;">mulheres, somos RPGistas!</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>COMO ANDA A SUA ASSERTIVIDADE?</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 11:32:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rafaelrocha</dc:creator>
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O que é habilidade social? É a habilidade para lidar satisfatoriamente com as mais variadas situações sociais: trabalhos em grupo, contatos telefônicos ou virtuais, falar com o chefe, convidar alguém para sair, ser convidado para sair, iniciar um namoro, ajudar um amigo em necessidade, pedir ajuda e mil outras situações. Significa também poder expressar o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=euludico.wordpress.com&blog=4135385&post=32&subd=euludico&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p> </p>
<div id="post-71" class="post">
<div class="entry">
<p>O que é habilidade social? É a habilidade para lidar satisfatoriamente com as mais variadas situações sociais: trabalhos em grupo, contatos telefônicos ou virtuais, falar com o chefe, convidar alguém para sair, ser convidado para sair, iniciar um namoro, ajudar um amigo em necessidade, pedir ajuda e mil outras situações. Significa também poder expressar o que se pensa e sente de forma coerente e respeitando os outros.</p>
<p>Essa habilidade é adquirida ao longo de nossa vida, dependendo de nossa disposição para lidarmos com as situações sociais. Por outro lado, quando essa habilidade está muito pouco desenvolvida, tendemos a nos comportar de forma passiva, aceitando o que nos é imposto, não estabelecendo limites e deixando que os outros decidam por nós. Muitas vezes, as pessoas que têm pouca habilidade social, podem também ter problemas psicológicos como timidez excessiva, depressão, síndrome do pânico, dificuldades sexuais e outros. Aprender a ser socialmente hábil significa, muitas vezes, aprender a se prevenir contra transtornos psicológicos. Mas aprender essas habilidades, entretanto, nem sempre é uma tarefa fácil e, muitas vezes, implica no investimento pessoal em ajuda psicológica especializada.</p>
<p>Para ajudar você a se conhecer um pouco mais, fazemos abaixo algumas afirmativas relacionadas às habilidades sociais. Procure imaginar como você se sentiria nas situações propostas e responda SIM para aquelas nas quais você se sentiria razoavelmente DESCONFORTÁVEL e NÃO para aquelas nas quais você se sentiria razoavelmente CONFORTÁVEL.</p>
<p>PEDIR UM FAVOR A ALGUÉM<br />
ADMITIR QUE TEM MEDO E PEDIR AJUDA<br />
DIZER A ALGUÉM DE QUEM GOSTA QUE ELE/ELA FEZ ALGO INCÔMODO<br />
ADMITIR SEU DESCONHECIMENTO SOBRE UM ASSUNTO EM DISCUSSÃO<br />
PERGUNTAR A ALGUÉM SE VOCÊ A (O) OFENDEU<br />
DISCUTIR COM UMA PESSOA QUE CRITICOU SEU COMPORTAMENTO<br />
EXPRESSAR OPINIÃO DIFERENTE DA PESSOA COM QUEM CONVERSA<br />
CRITICAR UM AMIGO/AMIGA<br />
CRITICAR O MARIDO/ESPOSA<br />
EXPRESSAR SUA OPINIÃO COM ALGUÉM QUE VOCÊ NÃO CONHECE MUITO<br />
CONTRADIZER ALGUÉM MESMO SABENDO QUE VAI MAGOÁ-LA(O)<br />
CUMPRIMENTAR ALGUÉM POR SUA HABILIDADE/CRIATIVIDADE</p>
<p>Se você assinalar <strong>MAIS DE SEIS RESPOSTAS SIM</strong>, você está com dificuldade de lidar com situações sociais e seria importante se você verificasse de que maneiras essas dificuldades estão interferindo em sua vida. Se você assinalou <strong>MENOS DE SEIS RESPOSTAS SIM</strong>, então você está lidando de maneira tranqüila e apropriada com as mais diversas.</p>
<p>Autora: Denise A. Rodrigues </p>
<p>Fonte: <a href="http://www.npcc.com.br/zzteste1.htm"><span style="color:#ff7700;font-family:&quot;">http://www.npcc.com.br/zzteste1.htm</span></a></p>
<p>Comentario: achei interessnate colocar esse artigo, pois nao vejo melhor maneria de desenvolver essa assertividade senão atraves do RPG, atraves de diversos personagens podemos lidar com as mais diferentes pessoas, interpretar um personagem paciente por exemplo, é um exercicio a nossa própria paciência.</p></div>
<p class="info"><a title="Comentário para Como anda a sua assertividade?" href="http://ludico.kit.blog.br/2008/05/28/como-anda-a-sua-assertividade/#respond"></a> </p>
</div>
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	</item>
		<item>
		<title>RPG, EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 11:26:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rafaelrocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[ 29.05.2008 por  Rocha

Desde os mais remotos tempos, o ser humano teve necessidade de contar e ouvir histórias, de recriar a vida através da ficção. Jesus Cristo, cativava seus discípulos e a multidão de fiéis contando parábolas. Ao longo dos anos muitas formas de narrativas surgiram, orais e escritas, desde lendas, mitos, anedotas, até [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=euludico.wordpress.com&blog=4135385&post=24&subd=euludico&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div class="descr"><img src="http://ludico.kit.blog.br/wp-content/themes/indigo/img/timeicon.gif" alt="" /> 29.05.2008 por <img src="http://ludico.kit.blog.br/wp-content/themes/indigo/img/author.gif" alt="" /> Rocha</div>
<div class="entry">
<p>Desde os mais remotos tempos, o ser humano teve necessidade de contar e ouvir histórias, de recriar a vida através da ficção. Jesus Cristo, cativava seus discípulos e a multidão de fiéis contando parábolas. Ao longo dos anos muitas formas de narrativas surgiram, orais e escritas, desde lendas, mitos, anedotas, até com a literatura impressa em contos, novelas, quadrinhos, etc. Com a modernidade, valoriza-se a rapidez das informações e a oralidade, na contação de histórias, foi ficando um tanto esquecida.<br />
Role Playing Game &#8211; o RPG é uma espécie de ficção que resgata a tradição oral de contar histórias, feita de forma colaborativa, ao estilo moderno de ser, pois utiliza a troca de experiências entre os jogadores. Essa dinâmica do jogo combina muito com a idéia de interação que a web 2.0 trouxe ao mundo virtual, como podemos ver nas páginas wikis, nos blogs e outras tantas ferramentas.<br />
O RPG é uma brincadeira de faz de conta, em que os participantes vestem a pele de personagens(com diferentes habilidades) que vão definindo a história iniciada e conduzida por um narrador(mestre), obedecendo a um sistema de regras . Uma sessão de RPG transforma-se em uma atividade cooperativa em que todos os participantes simulam situações da vida real, interpretando heróis e vilões, que devem enfrentar desafios, não havendo necessariamente vencedores.<br />
Na educação, o RPG pode ser um excelente recurso para desenvolver o hábito da leitura, habilidades narrativas, socialização, noções de ética e cidadania, de forma lúdica e prazerosa. Conforme lembra a colega de curso Roseane:”Muitos de nossos alunos estão acostumados a passar horas jogando em videogames e computadores, imaginem então aliar o prazer da diversão com nossas aulas e ensinar muitos dos conteúdos, de todas as disciplinas, através deles.” A colega Ana Rita enfatiza: “Tudo é parecido com a vida real, é uma forma de representar o jogo das relações e cooperação entre os personagens, além de diversificar as áreas do conhecimento interagindo entre elas. Atividades como estas exigem bem mais preparo do professor, e sem dúvida, resulta em maior produtividade dos alunos, sem falar da emoção, prazer, alegria e sintonia do corpo e alma do participante”. E Beatriz afirma que “A prática do RPG, por ser um jogo, resgata o interesse e estímulo dos alunos por assuntos que vistos pela ótica tradicional tornam-se desinteressantes e cansativos.” Segundo Zina, “o aluno deixa de ser um agente passivo para ser um agente ativo do seu processo de aprendizagem. São inúmeras as dificuldades a vencer, a começar pelos professores que estão acomodados, pelo sistema educacional que não oferece condições mínimas de atuação, pelas escolas com carência de recursos financeiros, materiais e humanos e pela falta de valorização dos governantes com a educação. Sabemos que incluir o RPG em nossas escolas, implica em uma mudança significativa de paradigma e como toda a mudança sempre vem acompanhada de uma certa resistência, é preciso em primeiro lugar motivar os professores, sensibilizá-los para práticas pedagógicas inovadoras. Se analisarmos a filosofia de cada escola, observaremos que todas buscam formar sujeitos cooperativos, criativos, no entanto a prática nos mostra outras ações. Como o RPG tem como características a cooperação, a criatividade, a interatividade, a interdisciplinaridade, creio ser o caminho certo para a construção de uma nova escola”.<br />
O RPG pode ser desenvolvido em vários suportes: impresso, eletrônico ou oral. Mas conforme diz Carlos Klimick, em qualquer um deles “não tem por objetivo oferecer histórias completas e fechadas &#8211; ainda que possam existir exemplos de histórias e personagens -, mas sim possibilidades, autônomas e imprevisíveis, que se realizam em cada momento de jogo.” Ao se pensar em RPG, estamos acostumados a associá-lo ao mundo virtual, no entanto, virtual em RPG deve ser entendido, conforme Pierre Lévy (1997), como um campo em que se atualiza a cada momento de construção de uma personagem e de uma história.Portanto, entendo com o sendo virtual o que não é e pode vir a ser. Essa possibilidade do irreal se tornar real depende da interatividade , da criatividade do grupo envolvido no jogo.<br />
Por ser basicamente uma atividade oral, o RPG desenvolve a comunicação, fazendo com que os alunos vençam a timidez e possibilitando a socialização ao sentirem-se aceitos. Como diz a colega Beatriz, ” num mundo tão individualista, onde todos querem ser vencedor não interessando os meios que utilizarão para chegar e a banalização da vida, é bom ver os alunos aprendendo a trabalhar de forma cooperativa para alcançar o mesmo objetivo. Aprendendo a respeitar o outro.”<br />
Atividades como essa podem proporcionar uma nova forma de construir conhecimento, em que professores e alunos passam a interagir e aprender juntos. Por ser essencialmente lúdica, o envolvimento dos alunos é maior e a aprendizagem mais eficaz. Para isso é preciso que sejam oferecidas condições aos educadores a fim de que encontrem um ambiente favorável e motivador para desenvolver atividades inovadoras, quebrando paradigmas e preconceitos, tornando a escola um lugar onde a aprendizagem possa ser associada com prazer.</p>
<p> AUTORA: Marli Dagnese Fiorentin</p>
<p> FONTE: <a href="http://especializacaotecnologiasemeducacao.blogspot.com/2007/04/rpg-na-educao.html"><span style="color:#ff7700;font-family:&quot;">http://especializacaotecnologiasemeducacao.blogspot.com/2007/04/rpg-na-educao.html</span></a></div>
<p class="info"><a title="Comentário para RPG, EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA" href="http://ludico.kit.blog.br/2008/05/29/rpg-educacao-e-tecnologia/#respond"></a></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/euludico.wordpress.com/24/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/euludico.wordpress.com/24/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/euludico.wordpress.com/24/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/euludico.wordpress.com/24/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/euludico.wordpress.com/24/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/euludico.wordpress.com/24/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/euludico.wordpress.com/24/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/euludico.wordpress.com/24/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/euludico.wordpress.com/24/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/euludico.wordpress.com/24/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/euludico.wordpress.com/24/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/euludico.wordpress.com/24/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=euludico.wordpress.com&blog=4135385&post=24&subd=euludico&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>VISÕES RELIGIOSAS</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 11:22:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rafaelrocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Entretendo-se com a Escuridão: As Implicações dos RPGs na Vida dos Jovens
Julio Severo
fonte: http://batistashaloncbn.blog-br.com/

Revista Defesa da Fé &#8211; nº 61 &#8211; ano 8 &#8211; outubro de 2003 e versão enviada ao JesusSite pelo Autor.  
 

“Olhos que não desgrudam da tela, mãos no mouse, rostos tensos, respiração acelerada. Os fones de ouvidos facilitam a percepção do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=euludico.wordpress.com&blog=4135385&post=22&subd=euludico&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:medium;color:#cc0000;font-family:Arial&quot;">Entretendo-se com a Escuridão: As Implicações dos RPGs na Vida dos Jovens<br />
</span><span style="font-size:x-small;color:#996600;font-family:Microsoft Sans Serif, MS Sans Serif, Verdana, Arial&quot;">Julio Severo</span></p>
<p><span style="color:#333333;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;"><span style="color:#996600;font-family:Microsoft Sans Serif, MS Sans Serif, Verdana, Arial&quot;"><span style="font-size:x-small;font-family:&quot;">fonte: </span><a href="http://batistashaloncbn.blog-br.com/"><span style="font-size:x-small;color:#ff7700;font-family:&quot;">http://batistashaloncbn.blog-br.com/</span></a></span></span></p>
<p><span style="font-size:x-small;color:#333333;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;"><span style="color:#996600;font-family:Microsoft Sans Serif, MS Sans Serif, Verdana, Arial&quot;"><br />
Revista Defesa da Fé &#8211; nº 61 &#8211; ano 8 &#8211; outubro de 2003 e versão enviada ao JesusSite pelo Autor.<span style="font-size:x-small;font-family:sans-serif, Verdana, Arial&quot;"> </span><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2" color="#333333"><font face="Microsoft Sans Serif, MS Sans Serif, Verdana, Arial" color="#996600"> </p>
<p></font></font></span><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2" color="#333333"> </p>
<p></font></span></p>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:sans-serif, Verdana, Arial&quot;"><span style="font-family:Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;"><span style="color:#008000;font-family:&quot;">“Olhos que não desgrudam da tela, mãos no mouse, rostos tensos, respiração acelerada. Os fones de ouvidos facilitam a percepção do inimigo. Adolescentes e jovens não se distraem com nenhum movimento além do alvo, que pode estar ao seu lado, no outro quarteirão, em outro estado ou num país distante…”</span><span style="color:#446666;font-family:&quot;"> (</span><a href="http://www.jj.com.br/jj2/agito/agito25102002-01.html"><span style="color:#ff7700;font-family:&quot;">http://www.jj.com.br/jj2/agito/agito25102002-01.html</span></a></span></span><span style="font-size:x-small;font-family:sans-serif, Verdana, Arial&quot;"><span style="color:#446666;font-family:Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;">) Elisângela Marques</span></span><span style="font-size:x-small;font-family:sans-serif, Verdana, Arial&quot;"><span style="color:#446666;font-family:Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;"> </span></span><span style="font-size:x-small;font-family:sans-serif, Verdana, Arial&quot;"><span style="font-family:Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;"><span style="color:#446666;font-family:&quot;">Os jogos de computador são tão avançados e sofisticados em tecnologia que é quase impossível distingüir o mundo virtual da realidade. A maioria são feitos de tal maneira que o jovem se sente como se realmente estivesse vivendo o que está jogando. Não é então de admirar que a febre dos games esteja se espalhando rapidamente. Pesquisas apontam que adolescentes e até mesmo adultos estão passando mais e mais tempo mergulhados no mundo dos RPGs.</span>Não é anormal um jovem gostar de um jogo, porém os RPGs podem levar o jogador a experiências que podem ser muito mais do que só fantasias. RPG é uma sigla em inglês que significa role-playing game (jogo de interpretação de personagem). Nesse tipo de game (jogo), o jovem adota o papel de um personagem e o treina e equipa com poderes e armas especiais durante o curso do game ou série de games.</p>
<p><strong>Caso real</strong></p>
<p>Anos atrás, fui participar de uma conferência evangélica e fiquei hospedado na casa de uma família evangélica. O pai e a mãe trabalhavam na igreja, e os filhos também ajudavam. Muitas vezes, eu ficava com os filhos, um rapaz e uma moça, brincando com eles em seus jogos de computador. Havia alguns jogos bons e inofensivos, e havia também os mais desafiantes que, por acaso, traziam símbolos e situações bastante suspeitos ou explicitamente negativos. A moça tentava evitar os games mais sombrios, mas não conseguia evitar perder muito tempo jogando. Contudo, o rapaz gostava de games que tinham personagens e papéis envolvidos em cenários de túmulos, pentagramas e outros símbolos satânicos. Embora fossem batizados no Espírito Santo, ele não via problema com esse tipo de RPG, e ela achava que nunca se abriria, na vida real, para as práticas dos personagens e papéis que ela adotava nos jogos.</p>
<p>Hoje, a moça reconhece que havia sérios problemas em sua vida, inclusive visitações demoníacas. Agora ela passa muito tempo com Jesus na Palavra de Deus, porém seu irmão se tornou bruxo. Quando passavam muito tempo com RPGs espiritualmente duvidosos, será que eles não estavam na companhia de quem está por traz dos símbolos, títulos e papéis que lhe pertencem? A Palavra de Deus mostra que precisamos ter cuidado com quem passamos nosso tempo: “As más companhias estragam os bons costumes”. (1 Coríntios 15:33 BLH)</p>
<p>Os RPGs podem não ter ocasionado diretamente a contaminação desses jovens evangélicos no ocultismo, mas, juntamente com outros fatores, contribuíram para direcionar suas vidas para a escuridão, sem que eles ou seus pais percebessem o perigo a que eles estavam se expondo. Mesmo tendo nascido num lar evangélico, eles vieram a enfrentar graves problemas espirituais. Os jogos que eles usavam tinham situações imaginárias, mas os títulos e poderes utilizados eram cópia das forças do mal que existem na vida real. Os pais davam bons conselhos, porém não tinham firmeza moral suficiente para impedir a utilização em seu lar de entretenimentos espiritualmente nocivos, como programas de TV contendo terror, violência e imoralidade. De modo geral, seguindo a orientação da psicologia liberal, eles eram permissivos na educação dos filhos.</p>
<p>A influência ocultista dos games pode, como conseqüência, trazer confusão espiritual e, em casos extremos, colocar o jogador em contato com a atividade demoníaca.</p>
<p><strong>Calabouços &amp; Dragões</strong></p>
<p>Então, quem joga um RPG com personagens e situações espirituais negativas pode entrar num mundo que é muito mais do que só fantasia e esse tipo de jogo tem atraído milhões de adeptos apaixonados. Com ou sem Internet, um jovem pode ficar 24 horas por dia ocupado só num RPG. Há casos de jogadores que passam um dia, um mês ou até mais de um ano no mesmo game! O primeiro e mais famoso jogo de interpretação de personagens é Dungeons &amp; Dragons (Calabouços &amp; Dragões). Lançado em 1974, Dungeons &amp; Dragons (D&amp;D) envolve o jogador com personagens identificados como bruxos, feiticeiros e magos e estima-se que mais de 160 milhões de jovens no mundo inteiro tenham jogado D&amp;D, tornando-o o RPG de maior sucesso de todos os tempos. (http://www.family.org/pplace/pi/films/a0014049.html). Há hoje muitas e diferentes versões de computador de D&amp;D.</p>
<p>Afinal de contas, o que é esse jogo que tem um rastro de tanto sucesso? A escritora Pat Pulling define D&amp;D da seguinte maneira:</p>
<p><span style="color:#008000;font-family:&quot;">Um jogo de interpretação de papéis de fantasia que usa demonologia, feitiçaria, vodu, assassinato, estupro, blasfêmia, suicídio, assassinato, insanidade, perversão sexual, homossexualismo, prostituição, rituais satânicos, jogatina, barbarismo, canibalismo, sadismo, invocação de demônios, necromancia, adivinhação, etc.</span> (Pat Pulling, The Devil’s Web (Huntington House: Lafayette, Louisiana, 1989), p. 179.)</p>
<p>A Srª Pulling sabe do que está falando. Anos atrás seu filho de 16 anos cometeu suicídio e uma investigação policial revelou que o rapaz estava afundado no satanismo. A Srª Pulling ficou perplexa porque sendo judeus ela e seu marido estavam devidamente conscientes do perigo do ocultismo, porém desconheciam completamente as experiências espirituais negativas do filho. Vasculhando melhor as coisas do filho, a mãe descobriu o grau de envolvimento dele com D&amp;D e como ele estava realmente vivendo e aceitando os padrões espirituais do jogo. De acordo com o andamento do jogo, o rapaz recebeu uma maldição de morte de outro jogador e tudo acabou em morte. (Idem)</p>
<p>Contudo, essa morte trágica não foi a última envolvendo D&amp;D. Abaixo se encontram alguns dos casos registrados:</p>
<p><strong>1. </strong>Vernon Butts, conhecido como o “Assassino das Rodovias”, cometeu suicídio em sua cela em 1987 enquanto estava preso sob a suspeita de vários assassinatos. Ele era viciado em D&amp;D.</p>
<p><strong>2. </strong>Michael Dempsey, de 17 anos, se suicida com um tiro na cabeça em 19 de maio de 1981. Testemunhas o viram tentando invocar os demônios de D&amp;D minutos antes de sua morte.</p>
<p><strong>3. </strong>O jogador de D&amp;D Steve Loyacano se suicida por envenenamento de monóxido de carbono em 14 de outubro de 1982. A polícia afirmou em relatório que coisas satânicas que ele escrevia e uma nota de suicídio ligavam sua morte a D&amp;D.</p>
<p><strong>4. </strong>O jogador de D&amp;D Timothy Grice, de 21 anos, comete suicídio com um tiro de bala em 17 de janeiro de 1983. O relatório do detetive comenta: “D&amp;D se tornou realidade. Ele achava que ele não estava preso a esta vida, mas que podia partir e voltar, por causa do jogo”.</p>
<p><strong>5. </strong>O jogador de D&amp;D Harold T. Collins, de 18 anos, se enforca em 29 de abril de 1983.</p>
<p><strong>6. </strong>O jogador de D&amp;D Steve Erwin, de 12 anos, se suicida com um tiro em 2 de novembro de 1984. O relatório do detetive dizia: “Sem dúvida, D&amp;D lhes custou a vida”.</p>
<p><strong>7. </strong>O jogador de D&amp;D Joseph Malin se declara culpado de um assassinato em 2 de março de 1988 e foi condenado a passar o resto da vida na prisão. Ele estuprou e matou a facadas uma menina de 13 anos enquanto jogava D&amp;D.</p>
<p><strong>8. </strong>O jogador de D&amp;D Tom Sullivan, de 14 anos, entrou no satanismo e acabou matando a mãe a facadas.</p>
<p><strong>9. </strong>O jogador de D&amp;D Sean Sellers, de 14 anos, foi condenado a morte por matar os pais e um funcionário de uma loja em 11 de janeiro de 1987. Antes de ser executado, ele entregou sua vida a Jesus. Ele confessou que seu envolvimento com o satanismo começou com o RPG D&amp;D. (http://www.chick.com/articles/frpg.asp)</p>
<p><strong>Títulos e Palavras que Revelam</strong></p>
<p>Devido ao enorme sucesso de D&amp;D, muitos RPGs procuram seguir, de uma forma ou de outra, seu estilo. Embora outros jogos tenham títulos diversos e diferentes, os personagens e seus poderes seguem o exemplo espiritual que D&amp;D deixou. Vamos então conhecer alguns termos usados em D&amp;D e outros RPGs. Os títulos originais são em inglês, mas os jogos nunca deixam de trair sua essência espiritual. Só pelos títulos traduzidos dos games já é possível entender que há muito mais do que só fantasia:</p>
<p>Igual a Deus, Espada e Feitiçaria, Calabouço de Túmulos, Necromancista [indivíduo que invoca os mortos], Advanced Dungeons and Dragons [muitas e diversas versões], Paranóia, Paranormal, Terra dos Mortos, etc.</p>
<p>Os manuais e livros de RPGs têm os seguintes títulos interessantes (conforme apuração que fiz num site americano de venda de produtos de RPGs em maio de 2003):</p>
<p>Manual Monstruoso, Livro de Magia, A Opção do Jogador: Feitiços &amp; Magia, Manual Completo do Bárbaro, Livro Completo dos Elfos, Livro Completo dos Gnomos, Manual Completo do Sacerdote, Manual Completo do Ladrão, Manual Completo do Bruxo, Livro Completo dos Anões, Livro Completo dos Vilões, Manual Completo dos Druidas, Guarda das Portas do Inferno, Culto do Dragão, Servos da Escuridão, Volta ao Túmulo dos Horrores, Sementes do Caos, Filhos da Noite, Forjado nas Trevas, Enciclopédia da Magia (vários volumes), Compêndio dos Feitiços do Bruxo (vários volumes), Xamã.</p>
<p>Significado de alguns termos, inclusive seus originais em inglês em itálico:</p>
<p><strong>Gnomo</strong>: (Gnome) Designação comum a certos espíritos, feios e de baixa estatura, que, segundo os cabalistas, habitam o interior da Terra e têm sob sua guarda minas e tesouros. Demônio, duende.</p>
<p><strong>Elfo</strong>: (Elf, elves) Gênio aéreo da mitologia escandinava, que simboliza o ar, o fogo, a Terra, etc. Ser sobrenatural de baixa estatura que causa intrigas e agitações. Duende. Demônio. Gnomo.</p>
<p><strong>Anão</strong>: (Dwarf, dwarves) Ser sobrenatural de baixa estatura, que parece um homem feio e deformado. Duende. Demônio. Gnomo.</p>
<p><strong>Dragão</strong>: (Dragon) Na Bíblia, o dragão é o próprio Satanás (cf. Apocalipse 20:2).</p>
<p><strong>Xamã</strong>: (Shaman) Em diversos povos e sociedades, especialista a que se atribui a função e o poder, de natureza ritual mágico-religiosa, de recorrer a forças ou entidades sobrenaturais para realizar curas, adivinhação, exorcismo, encantamentos, etc. (Dicionário Aurélio, Babylon Dictionary, Webster’s Ninth New Collegiate Dictionary e Encarta Pocket Dictionary.)</p>
<p>Nos RPGs o jogador pode assumir personagens e papéis como feiticeiro, druida e outras ocupações ligadas à bruxaria. Entre os vários papéis que o jogador pode representar estão:</p>
<p>1. <strong>Bruxo</strong> (Wizard): Personagem que, como na vida real, pode lançar encantamentos e utilizar os poderes da magia para vencer os obstáculos do jogo e vencer os inimigos.</p>
<p>2. <strong>Bruxa</strong> (Witch): Mesmo significado do anterior.</p>
<p>3. <strong>Mago</strong> (Magus, mage): Personagem semelhante ao bruxo, que se utiliza de forças das trevas para adquirir mais poder e controle sobre as situações.</p>
<p>4. <strong>Sacerdote</strong> (pagão) ou druida (Priest, druid): Personagem religioso que destrói os problemas e cura as doenças através de feitiços e poderes mágicos. Os druidas eram sacerdotes celtas que viviam na Bretanha e na Gália, antes do Cristianismo. Eles adoravam o sol e criam na reencarnação.</p>
<p>5. <strong>Ladrão</strong> (Thief): Personagem que, como na vida real, rouba suas vítimas.</p>
<p>Até mesmo os personagens que não têm uma ocupação nitidamente ligada à bruxaria são obrigados, para sobreviver no jogo, a aprender a usar a magia e lançar encantamentos contra seus oponentes. Os defensores dos RPGs ocultistas afirmam que o único problema nessa questão é o “radicalismo dos cristãos contra os mitos”. Mas será mesmo? Um grupo de bruxos na Grã-Bretanha reconhece que os livros de Harry Potter, que supostamente só contêm “mitos”, estão ajudando crianças no mundo inteiro a se interessar mais pela bruxaria. (http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=33032)</p>
<p>Como cristãos, não podemos desenvolver poderes mágicos, imaginários ou reais, para derrotar e destruir nossos inimigos. O poder espiritual do cristão vem da oração feita no nome de Jesus, e esse poder deve ser utilizado para curar e abençoar as pessoas e destruir as opressões na vida delas. Por coincidência, uma parte considerável dessas opressões tem origem exatamente nas forças espirituais que os símbolos, personagens e papéis dos RPGs representam na vida real. É claro que os RPGs não são a causa de todos os problemas relacionados com a bruxaria na sociedade, mas pode-se considerá-los como uma das portas de entrada para influências demoníacas.</p>
<p>Muitas questões e práticas de feitiçaria são consideradas mera fantasia pela sociedade, porém Deus alerta:</p>
<p>“Não permitam que se ache alguém entre vocês… que pratique adivinhação, ou se dedique à magia, ou faça presságios, ou pratique feitiçaria ou faça encantamentos; que seja médium, consulte os espíritos ou consulte os mortos. O Senhor tem repugnância por quem pratica essas coisas…” (Deuteronômio 18:10-12b NVI)</p>
<p>Poderíamos parafrasear o alerta de Deus da seguinte forma: “Não permitam que se ache entre vocês entretenimento contendo personagens que pratiquem adivinhação, ou se dediquem à magia, ou façam presságios, ou pratiquem feitiçaria ou façam encantamentos…” O que precisamos fazer então é deixar que o Espírito Santo coloque em nós o mesmo sentimento de aversão que Deus tem com relação a tudo o que nos prejudica.</p>
<p><font face="sans-serif, Verdana, Arial" size="2"><font face="Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif"> </p>
<p></font></font></span><font face="sans-serif, Verdana, Arial" size="2"> </p>
<p></font></span></p>
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		<item>
		<title>RPG &amp; VIOLÊNCIA? QUE NADA!</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 21:52:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rafaelrocha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Algumas idéias sobre a falsa relação atribuída aos jogos de RPG e o desenvolvimento violento das pessoas.
Por
Felipe C. Pacca
César S. Marques
“Numa bela manhã, os personagens caminham por uma tranqüila floresta onde esquilos passeiam pelas árvores e pássaros cantam alegremente. Ao passar por uma ponte são saudados amigavelmente por um dilacerador cinzento, civilizadamente vestido, que lhes [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=euludico.wordpress.com&blog=4135385&post=14&subd=euludico&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div class="entry">
<p align="center">Algumas idéias sobre a falsa relação atribuída aos jogos de RPG e o desenvolvimento violento das pessoas.</p>
<p align="left">Por</p>
<p align="left">Felipe C. Pacca</p>
<p align="left">César S. Marques</p>
<p><em>“Numa bela manhã, os personagens caminham por uma tranqüila floresta onde esquilos passeiam pelas árvores e pássaros cantam alegremente. Ao passar por uma ponte são saudados amigavelmente por um dilacerador cinzento, civilizadamente vestido, que lhes faz reverência e lhes oferece ajuda. Como nessa floresta só existem criaturas bacanas, legais, politicamente corretas e não-violentas, seus personagens aceitam a ajuda e saem caminhando felizes com o dilacerador, seu novo amigo bem-arrumado.”</em></p>
<p>Essa é uma aventura sem nexo, não? Onde já se viu um amigo dilacerador? Quando os personagens avistam um dilacerador, os jogadores não querem nem saber: já rolam os dados para definir a iniciativa e tentar arrebentar a criatura maligna ou se esconder embaixo da ponte. Perigos e desafios são elementos fundamentais numa aventura de RPG e toda história, afinal, precisa de um ponto onde as coisas saem do eixo para que se possa então endireitá-la! E nada como convidar um monstro para colocar seus jogadores para correr, digo… agir! Mas poderiam esses desafios monstruosos afugentar mais do que seus jogadores?</p>
<p>Todo mundo que joga RPG já ouviu a história de algum amigo do primo do irmão da tia-avó do vizinho que jogava e parou porque os pais consideraram o RPG um jogo violento. Violento? Como um jogo que se joga sentado, comendo pizza, com papel, dados e livros pode ser violento? Talvez porque se um ouvinte incauto não souber do que se trata a brincadeira pense que estão planejando um ataque! <em>“Eu posso ter uma AK-47?”, “Minha espada faz mais dano que o seu machado!”, “Vou arrancar o couro do bicho, pegar os olhos e cortar a cabeça fora”</em>. O problema é que num mundo permeado de uma violência concreta, contundente e exaustivamente utilizada como chamariz de noticiários, qualquer menção à violência &#8211; mesmo de brincadeira &#8211; parece acender a luz vermelha de “bandido à caminho”. A questão é: quando jogamos RPG, ficamos mais violentos?</p>
<p>O RPG é uma brincadeira. E em toda brincadeira estão contidas regras sociais, que devem ser seguidas. Quem apela, perde. O aprendizado de tais limites cumpre papel importante na formação do caráter. “Quem joga, jurou”, diz Jean Chateau no livro “O jogo e a criança” e o que ele quer dizer é que para brincar é preciso entender e aceitar as regras da brincadeira. O que se vê nas aventuras de RPG é uma relação fantasiosa de ordem-caos-ordem. Em outras palavras, numa aventura de RPG os personagens passam de uma situação tranqüila para um problema que, depois de resolvido, faz a tranqüilidade retornar, podendo os personagens iniciar uma nova fase em suas vidas de aventureiros. Jean Piaget, um teórico do desenvolvimento humano, diz a mesma coisa, só que com outras palavras. Ele afirma que quando um estado mental é desafiado ele tende a transformar-se num novo estado que pode responder melhor aos novos problemas. Desafios, portanto, constroem capacidades! É por isso que o dilacerador cinzento não podia ser seu amigo!</p>
<p>Mas de que forma poderíamos nos proteger para que o faz-de-conta seja apenas faz-de-conta? A resposta é que nosso funcionamento mental já veio prontinho pra isso &#8211; e sem custo adicional! Assim como nosso sistema digestivo é capaz de separar os nutrientes dos alimentos que consumimos e descartar aquilo que não nos serve, nossa percepção mental também seleciona das nossas experiências aquilo que é importante! A mensagem de vencer um desafio monstruoso é antes: “<em>eu sou capaz!” “posso vencer as dificuldades”</em> do que <em>“dilacerei o monstro”.</em> Diz Jean Chateau que “o que agrada a criança é menos o resultado em si mesmo do que o fato de que <strong>ela</strong> produziu esse resultado” (grifo nosso). É o elemento desafiador, na figura do monstro, que torna as aventuras importantes. Elas transformam aquele simples lenhador dos confins do reino em um herói.</p>
<p>A palavra herói não aparece aqui só porque é bacana, e sim porque é importante que se relacione o herói com o RPG. O herói é aquela figura que sai do cotidiano em busca de uma vida plena, para viver por uma causa, um objetivo. E o herói sofre, apanha, briga e até morre por esse objetivo. Em outras palavras, heróis, mesmo os mais benevolentes, são violentos. E isso não os torna menos heróicos. A parte mais interessante: é bem provável que os pais daquele amigo do primo do irmão da tia-avó do vizinho que jogava e teve que parar também tenham seus heróis! E isso pode ser uma ponte para se dialogar sobre o jogo com eles!</p>
<p>Heróis existem, independente do tempo em que sua história exista. Passado, como o Rei Arthur, presente, como Jack Bauer, ou futuro, como Spock. Alguns clássicos nunca morrem: Beatles, Rolling Stones, Chaves, Shakespeare, Corrida Maluca são praticamente imortais. O problema em se dialogar com uma pessoa mais velha que você sobre heróis é um só: como é que alguém que nasceu em outro tempo vai conseguir entender um contra-terrorista on-line? Ou um vampiro <em>rocker</em>? Talvez essas idéias soem tão estranhas para eles quanto Clint Eastwood soe pra você (ele era um herói nos filmes de velho oeste!). E é aí que começa uma nova jornada importante: perceber que os heróis representam os mesmos anseios, só mudaram de roupa!</p>
<p>Nos idos dos anos 1960 diziam os “especialistas” que se alguém crescesse vendo “Os Três Patetas” se espancando na TV, se tornaria violento como eles. A série do Batman (a da entrada clássica do Adam West e do POF! WHAM! BAM!) também foi criticada como potencial criadora de vilões no mundo real. Diversas séries e heróis foram criticados. O Flash Gordon não pensava duas vezes antes de atirar com sua pistola laser nos bandidos da história. E o que falar sobre John Wayne? Quer herói mais violento que esse? Ele deve ter atirado em mais gente que o Rambo. Isso sem falar nas crianças que cresceram vendo os violentos faroestes na TV! O mais incrível é que eles se tornaram os pais da nossa geração e não bandidos impiedosos! A violência na TV, nos quadrinhos ou nos jogos de RPG é uma violência lúdica, de brincadeira, de faz-de-conta. Ela não é real, e por isso é divertida.</p>
<p>Crescer bem implica em uma série de atividades que têm prestígio social: estudar, brincar, praticar esportes, conhecer o mundo, ter acesso à informação. Veja que, embora façam muito sentido para nós, alguns desses conceitos são muito recentes. Ter acesso à informação, por exemplo, é uma atividade que é parte da infância hoje e que não era há tempos atrás. A abertura para o acesso às informações em idades mais jovens demanda um processamento de informações feito de forma mais independente. Uma baita confusão aconteceu em 1938 porque Orson Welles, um radialista, resolveu ler “A Guerra dos Mundos” numa transmissão ao vivo pela rádio como se o fato estivesse acontecendo. As pessoas não tinham acesso a muita informação e ficaram histéricas, horrorizadas, petrificadas de medo. Foi pânico geral, coisa de filme mesmo, só que na vida real. Imaginamos que isso dificilmente aconteceria nos dias de hoje. E não é que as pessoas tenham ficado necessariamente mais “espertas”, mas porque o acesso à informação está mais fácil. Se isso acontecesse hoje, provavelmente as pessoas consultariam outras fontes, verificariam hipóteses. Pessoas mais jovens, entretanto, não filosofam, nem criam hipóteses complexas ou ficam pensando sobre esse monte de conceitos estranhos: elas brincam.</p>
<p>Alguns pais, professores e outros pensadores podem pensar que jogar RPG não é brincar, que essa experiência até pode ser “perigosa”. E seria mesmo, se fizéssemos na vida real o que os personagens do jogo fazem no mundo do faz-de-conta. Só que no mundo de fantasia, há segurança. “Mas não há limite!” diz a voz da autoridade. Mas é claro que há! O mundo do faz-de-conta também tem regras e matar um dragão de gelo pode muito bem fazer com que uma economia baseada em venda de cobertores seja esfacelada. Os narradores de RPG costumam explorar as conseqüências das ações dos personagens fazendo o mundo agir sobre eles.</p>
<p>O mais bacana no exemplo do dilacerador cinzento é que ele provavelmente vai ser assunto dos jogadores por muito tempo. E essas conversas, essas piadas sobre as aventuras fazem do RPG um jogo social. Pessoas que gostam de selos formam clubes filatélicos, as que curtem música fazem bandas e as que gostam de contar histórias jogam RPG. Grupos são formados porque tem gente que quer jogar RPG e falar de assuntos que tem a ver com as pessoas que o jogam. Não se pode derrotar um dilacerador cinzento com um grupo de pessoas, ainda que desconhecidas, e não se tornar amigo delas. É uma reação em cadeia o fato de que esse grupo que matou o dilacerador cinzento (que antes era amigo e agora já não é) por si só também será uma história a ser contada. Jogadores de RPG não são psicopatas isolados em quartos lendo livros sobre como dissecar corpos. Eles levam os livros até a casa dos amigos e brincam de quem vai achar como ganhar um bônus de armadura primeiro que o outro. Narradores se encontram e discutem como desafiar seus jogadores. Isso é saudável e desenvolve muitas habilidades sociais.</p>
<p>Anualmente milhares de jogadores vão (ou vêm) a São Paulo para o “Encontro Internacional de RPG”. Toda a prática de RPG está baseada na idéia de interação. Interagir é a premissa dos jogos de interpretação de papéis e todos esses parágrafos acima só tem uma proposta: promover interação! Como um bom jogador de RPG você deve saber que, muitas vezes, bem melhor que tentar descobrir como explodir a jaula da cadeia onde o narrador colocou vocês é tentar convencer o guarda de que talvez ele seja tão prisioneiro quanto os que estão dentro da cela. Dialogar sobre a prática pode evitar que a gente continue ouvindo as histórias do amigo do primo do irmão da tia-avó do vizinho que jogava e parou de jogar porque os pais consideraram o RPG um jogo violento. O cenário é esse: dispute a iniciativa, role os dados de carisma e diga às pessoas porque é tão legal jogar RPG. E viva o dilacerador cinzento!!!</p>
<p>Comentário: O que posso dizer, sou fã do Felipe Pacca, o cara mais convencido do mundo ^^ </p></div>
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